E se uma armadilha se vestisse de entrevista?

Tratei o projeto CNN, ontem, no facebook, como jornalismo fofo, meigo, cheio de sorrisos vazios.

Errei.

Descobri que estava equivocado ainda no mesmo dia — tudo rápido e sem direito de apelação.

Como descobri?

A partir daquilo que tentou ser vendido como entrevista com Regina Duarte.

Por que tentou ser vendido como entrevista?

Porque entrevista não era o plano dessa gente. Era uma armadilha mortal montada por canalhas. Era uma arapuca criada com a ideia de destruir uma personalidade respeitada.

A CNN é o ódio colorido. É o jeitinho traiçoeiro. É a sutileza que mata sorrindo.

É claro que essa gente conta com o aval das partes que completam o quebra-cabeça da extrema imprensa.

Nem preciso comentar como o resultado da armadilha travestida de entrevista tomou conta do universo artístico brasileiro.

A pretensa intelectualidade vomitou toda sua ira contra a renomada atriz. Um verdadeiro massacre pôde ser visto e lido nas redes sociais.

Mas volto ao ponto de partida: a CNN Brasil não é fofa. Ela é abjeta.

Regina Duarte é uma funcionária do governo. O encontro com a imprensa é da lógica do sistema. Faz-se necessário. É do jogo.

O que não é do jogo é o modo agressivo — até mesmo ameaçador — utilizado pela equipe do canal. Na suposta entrevista, ficou claro que, para a CNN, quem pergunta tem o direito de ouvir como resposta o que a direção da empresa deseja. Isso é ditadura!

Apesar dos pesares, aplaudo a postura final da sra. Regina Duarte.

A extrema imprensa tem medo de quem rejeita seus métodos.

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